sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Da Prensa: Liga da Justiça #1 - O Inicio da Nova DC

por
Monitor

Bem, dessa vez não tem mais jeito. Justice League #1 marca uma nova era dentro do mercado de quadrinhos e com ela vem uma revolução editorial ousada e muita, muita polêmica. Mas e sobre a edição de estreia desse bravo novo mundo, o que ela tem as nos dizer sobre este novo universo?


A primeira edição nos mostra Gotham City, e de quebra policias correndo atrás de uma estranha figura alienígena e outra que eles conhecem bem: Batman, agora catalogado na recente figura de "Super Herói", substituindo o status de vigilante ilegal e lenda urbana.Batman procura deter a destruição que o alien faz em sua cidade até que uma inesperada ajuda chega: Lanterna Verde. Após o alienígena explodir tentando defender aquilo que se descobrirá ser a Caixa Materna, eles decidem investigar mais sobre o objeto buscando alguma informação no único alienigena até então em destaque na atual sociedade: Superman. Mas como Lanterna Verde percebeu, o Homem de Aço não é exatamente uma pessoa de conversa... Enquanto isso, vemos Vic Stone, com um futuro brilhante no futebol americano, mas que, graças ao trabalho de seu aí, pode se envolver com a nova onda de heróis pelo mundo.

Bem, o que podemos dizer sobre a história nesta edição? Rápida, ligeira, sem enrolos nem apresentações de personagens, mostra o problema principal e o provável motivo desses heróis se unirem, em todos o sentidos.Há um problema desconhecido por partes de todos, e da necessidade de informação que os primeiros assim chamados "heróis" desta sociedade entram, em contato uns aos outros.Simples rápido e direto, e especialmente, escapista, como a DC havia prometido.E o fato desta revista ser assim, não signifique que todas irão pelo mesmo caminho.

No caso,a intenção da revista é apresentar do ponto de vista do Batman esse novo DCU.Do ponto de vista do até então único herói humano vamos vasculhar os vicios e virtudes desse novo mundo. A dinâmica entre o Lanterna Verde e o Batman é bacana, apesar de Hal Jordan ser mais babaca que o normal, mas novamente: tudo é do ponto de vista do Batman: um simples ser humano que se veste de morcego que enxerga pouca humildade em alguém que tem poderes com infinitas possibilidades de uso para o bem. Estou louco pra ver como vai ser a interpretação dele pro Superman em relação ao Cyborg, devemos ver um lado menos "preconceituoso" do que o Batman e também o inicio de parte de um nicho de heróis mais jovens dentro da DC, dando origem ao Titãs, mas por enquanto é especulação minha.

Bem, no final, apesar de não ter sido algo grandioso, Justice League #1 estabeleceu bem o tom e a trama que se seguirá nos próximos meses. Particularmente eu curti e acho que pra quem tem duvidas, dar uma chance ao arco pode ser uma boa surpresa. E sim, continuo curtindo a arte do Jim Lee. Foi um bom começo e a tendência é melhorar.

NOTA:7.5

5 comentários:

Renver disse...

Cara tá dando vontade de até começar a colecionar...

Deka Master Aka disse...

Renver, eu também penso isso mas também penso que daqui um ano tudo volta ao normal.

Macgaren disse...

Não tem reformulação que me faça ao menos cogitar ler algo da Distinta Concorrência.

Dr. House disse...

Monitor,

Não é o ponto de vista do Batman que é apresentado. O narrador está fora da sequência. Se fosse o caso de ser o Batman, o pensamento dele seria a sequência lógica dos fatos. Na realidade, é uma narrativa bem enxuta e simples, como vc disse. E, talvez (especulação minha agora), o Batman pode ser o elemento de união dessa nova Liga...

Jacques disse...

Também não me convenci muito não...
Pra mim, as melhores fases da Liga foram a do Grant Morrisson (que promete dar uma boa chacoalhada no DCU com seu Superman Pedreiro) e a do Brad Meltzer.
Mas ainda é cedo pra criticar.
Valeu.

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