O intérprete do eterno Apollo Creed, da saga de Rocky Balboa (Sylvester Stallone), falou ao Hollywood Reporter sobre o novo longa metragem da franquia, Creed, focado no filho de Apollo, Adonis (Michael B. Jordan).
Carl Wheaters declarou:
"Com este filme eu estou próximo a ele, sem estar próximo a ele em nada. Eu não acho que eu diria que é uma sequência. Na minha mente é uma entidade própria. Eu acho que vale por si só."
O ator disse que ficou impressionado com as atuações de Michael B. Jordan e Stallone no filme, sendo que esse seria o melhor trabalho de Sly como ator. O que lembrou a sua folclorica audição para o filme Rocky:
"Não havia ninguém para ler o texto comigo, e eles disseram que eu iria ler com o escritor [Stallone]. E nós lemos a cena e, ao final dela, eu não me senti como se tivesse realmente fluido bem, que a cena houvesse fluido, e eles estavam tranqüilos e então senti esse momento de constrangimento, de qualquer maneira. Então eu apenas deixei escapar: "Eu poderia fazer muito melhor se vocês me dessem um verdadeiro ator para trabalhar comigo' "- ele diz, rindo - "Então, eu só insultei a estrela do filme, sem realmente conhecê-lo e nem com a intenção de faze-lo".
Aparentemente Stallone sentiu o golpe verbal era algo Apollo diria e o contratou:
"Às vezes os erros são o jeito que você começa o show"
Creed: Nascido Para Lutar estreia 14 de janeiro de 2016.
Um comentário:
Muito boa, linda história! Uma acertada escolha que traz peso dramático ao personagem de Sylvester Stallone (muito talentoso, muito em breve vai estrear o filme Fahrenheit 451 ), que não desperdiça a oportunidade e faz aqui uma interpretação memorável. Assim como Michael B. Jordan consegue passar a veracidade exigida para o seu Adonis, sempre muito conectado e lembrando em alguns andamentos os trejeitos de Carl Weathers. A fita também abre espaço para Tessa Thompson, onde faz uma figura que por sua vez enfrenta uma triste realidade que a cada dia parece mais próxima. Creed é um filme que consegue homenagear respeitosamente a obra de 76, apresentando personagens profundos e dando uma despedida digna a um dos maiores personagens do cinema.
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