sábado, 11 de dezembro de 2010

Top Max! 13 Filmes Que Você Não Sabia Que Eram Gays!

por
Corto de Malta

Existe todo tipo de obra no mundo. E nós sempre podemos vê-las com outros olhos, pois há muitas que nós só vamos notar a "malícia" numa segunda olhada.Com uma ajuda do pessoal da comunidade do orkut Apaixonados Pelo CINEMA, a quem dedico o post, fiz essa lista de filmes que podem não ser gays, mas bem que parecem quando se presta atenção:




13 - Massacre no Bairro Japonês


Dolph Lundgren e Brandon Lee fazem uma dupla de policiais de Los Angeles que se unem para enfrentar a Yakuza, cujo chefe havia matado os pais de Dulph, fazendo-o buscar vingança. Um filme fodão de porradaria? Sim. Porém, repleto de referências gays? Com certeza.

O Brandon Lee paga pau pro Dolph Lundgren o tempo inteiro, sendo que ele mal conhece o cara. E algumas frases são constrangedoras demais como "Eu vi você entrando na banheira" ou "Caso a gente morra eu tenho que dizer: você é o cara mais bem dotado que eu já vi."
E a cara que ele faz quando descobre que a Tia Carrere estava no quarto com o outro lá? ¬¬

Como se não fosse suficiente, em uma cena os dois ainda enfrentam os homens da Yakuza numa casa de banhos, com os bandidos todos seminus, apenas com uma toalha enfiada na bunda. Ao fim, todos terminam molhadinhos.


12 - A Fantástica Fábrica de Chocolate (segunda versão)


Menino ganha um cupom premiado e vai com avô, outras crianças e seus respectivos responsáveis, visitar a melhor Fábrica de Chocolate do mundo ao lado de seu excêntrico dono, Willy Wonka.

Tá certo que Johnny Depp deve ser o único ator do mundo que consegue interpretar personagens efeminados e ainda assim ser fodão, mas precisava fazer isso com um marco da nossa infância? Quem viu o Willy Wonka do Gene Wilder sabe que o de Depp não precisava ser tão "não me toques" ou fazer tanta cara de nojinho.

E eu também nunca vi um filme do Tim Burton tão colorido! Tipo, ele é o rei dos filmes góticos e a sua fábrica de chocolate podia ser cenário de um clip do Restart! Sem contar os Oompa Lompas. Se bem que aí é páreo duro entre a peruquinha verde do original e o visual vermelho high tech do remake.


11 - O Mágico de Oz


O musical de 1939 contava a história da menina Dorothy que vivia numa fazenda quando é tragada junto com seu cachorro para o mundo encantado de Oz, onde se une ao Leão, o Homem de Lata e ao Espantalho para juntos encontrarem o Mágico que a ajudará a voltar pra casa.

Eu adoro O Mágico de Oz, mas quando se é criança não se nota certas coisas. Não é a toa que Judy Garland virou um ícone gay após viver a protagonista desse longa pois ele é cheio de elementos dúbios, como os sapatinhos de cristal da Dorothy. E os amigos dela... o que queriam com o Mágico?

O Leão queria coragem pra quê? Pra sair do armário? O Homem de Lata, que fica emo o filme todo, queria um coração para amar quem? E o Espantalho queria um cérebro por quê? Será que por que achava que pensava diferente dos outros? Sem contar que a produção foi o primeiro filme colorido da história do Cinema.


10 - O Senhor dos Anéis


A trilogia, baseada na obra de J.R.R. Tolkien, já tem uns elfos meio andróginos, mas com certeza o que deixou muita gente com a pulga atrás da orelha (e rendeu muitas piadas ao fim do segundo filme, As Duas Torres) foi a relação de amizade entre os hobbits Frodo e Sam.

Muitas vezes eles parecem de fato um casal, cheio de modos domésticos e declarações mútuas de afeto ("Sou eu, o seu Sam"), além do ciúme suspeitíssimo quando surge em cena a criatura Gollum, formando um quase triângulo amoroso. Lógico que nos livros de Tolkien tudo soa diferente porque a adaptação de Peter Jackson não tem tempo pra mostrar toda a provação que leva Frodo e Sam a serem amigos tão fiéis.

O fato de Jackson ter dirigido anteriormente a fantasia lésbica Almas Gêmeas não ajuda muito. Menos ainda a Terra Média ser cheia de elementos de duplo sentido, como os cajados de Saruman e Gandalf, as espadas de Sauron e Aragorn e as tais duas torres... além da expressão "Queimar o Anel no Abismo da Perdição".


9 - Rocky III - O Desafio Supremo


Após ser derrotado por Clubber Lang, Rocky vai treinar com seu antigo adversário Apolo, O Doutrinador (hum) para ter uma revanche. Apollo, então, doutrina Rocky (huuum), ensinando-o o que é ter "olho de tigre" e no clímax do treinamento os dois correm por uma praia em câmera lenta com short e camiseta suados e terminam pulando ondinha juntos (xiii...). Pra acabar de vez Apollo presenteia Rocky... com o seu calção. ¬¬

Como se não bastasse, o subtítulo em português, O Desafio Supremo, já é meio gay. E esse é o filme onde inauguram uma estátua gigante do Rocky na Philadélphia, que por sinal existe mesmo. Agora pense nisso. A estátua gigante de um homem de calção...

Não vou nem citar que no filme seguinte Rocky se bandeia pros cafundós do Leste Europeu pra vingar a morte de Apollo.


8- Rio Vermelho



Neste clássico faroeste de Howard Hawks, John Wayne vive um rico proprietário de gado, Thomas Dunson, que tem um filho adotivo, Matt Garth, vivido por Montgomery Clift, que por sinal já era um homem feito (se fosse o Batman já estariam falando). Os dois e mais alguns homens atravessam os EUA pra vender o gado, mas o autoritário personagem de Wayne vai enlouquecendo e, para evitar que ele enforcasse injustamente um homem, seu "filho" o domina e o deixa para trás, levando o gado com os outros. Mas é claro que o velho vai atrás em busca de vingança.

O que me faz ter certeza que esse é um filme gay é que no meio da trama surge uma mulher que não tem nada a ver com a história, mas está ali unicamente para fazer par romântico com Matt e tentar pacificar os ânimos, garantindo um final feliz. Ela é a única presença feminina durante todo o enredo e é a mocinha que surge da forma mais gratuita que eu já vi na minha vida!

Certeza que sua existência é pra evitar problemas com a censura da época pois antes da entrada dela em cena Howard Hawks claramente sugere que existe algo mais entre os personagens de Clift e Wayne. Isso bem antes de Brockback Mountain.
Curiosamente, John Wayne não gostava de Montgomery Clift, que era homossexual na vida real, e dizem que fazia todas as suas refeições numa mesa separada pra não ficar perto dele.


7 - Star Wars - Episódios 1, 2 e 3


Se a Trilogia Clássica já inspirava teorias do tipo "Darth Vader ser apaixonado pelo Imperador", ou piadas de duplo sentido sobre os sabres de luz e a Força, George Lucas só pôs mais lenha na fogueira quando decidiu contar como Anakin Skywalker virou Darth Vader. Em A Ameaça Fantasma Anakin é um garoto loirinho e bonitinho que vive com a mamãe e acaba virando aprendiz de Obi Wan Kenobi.

Em O Ataque dos Clones, agora interpretado por Hayden Christensen, ele contraria Obi Wan em tudo. Desde quando inicia um namoro com Padmé Amidala, com direito a sair rolando por um campo de florzinhas até tentar resgatar a mãe. Ao saber da morte dela, Christensen demonstra toda sua capacidade interpretativa... fazendo beicinho. No fim Anakin casa com Padmé, contrariando Obi Wan novamente.

Por fim, em A Vingança dos Sith, Anakin é seduzido para o Lado Sombrio da Força pelo Imperador Palpatine. Obi Wan descobre que Amidala está grávida de Anakin e tenta impedir que o pior aconteça. A reação do jovem é de ciúmes: "OBI WAN ESTEVE AQUI?!"
Se são ciúmes dele ou dela eu não sei, só sei que Anakin surta com Obi Wan ("EU TE ODEEEIIIOO!!") e acaba como servo fiel de Palapatine pelos próximos anos. E o mais grave é que ele queria que o filho fosse pelo mesmo caminho!

Por fim, mais alguém desconfia que no Episódio 4, Uma Nova Esperança, quando Obi Wan morre, caso olhássemos dentro das suas vestes vazias... encontraríamos purpurina?


6 - A Pequena Sereia


Nem todo mundo sabe disso (eu não sabia até ontem), mas o dinamarquês Hans Christian Andersen, um dos maiores escritores da literatura mundial, escreveu várias de suas obras-primas baseadas em amores não correspondidos, tanto por homens quanto por mulheres. A Pequena Sereia é uma metáfora do seu amor platônico por Edvard Collin, cuja família o acolhera em sua casa como um irmão, após um episódio em que Andersen deixou de lado um futuro como cantor de ópera por problemas com sua voz.

Na história, Ariel é uma sereia que, ao salvar um Príncipe de se afogar, se apaixona e começa a desejar ter outro corpo para ficar com ele (aham). Ela procura uma Bruxa que em troca da sua língua lhe concede pernas para que ela viva entre os humanos, ainda que sem voz (aham).
Ela é acolhida no castelo do Príncipe que passa a amá-la como uma irmã (Ahá!) pois este estava apaixonado por uma mulher que vira na praia quando fora salvo. No fim, a Pequena Sereia sacrifica sua vida para que o seu amado viva feliz com outra.

Vocês podem estar pensando que o longa animado da Disney é diferente e por isso não teria nada haver. Mas acontece que na versão da Disney a "Sereia" CASA com o "Príncipe"! Ou seja, o desenho é mais gay que a história original!

 
5 -  Retroceder Nunca, Render-se Jamais


Neste filme de artes marciais, um garotão tem que enfrentar um terrível lutador soviético vivido pelo Jean Claude Van Damme em começo de carreira, com ajuda do espírito do mestre Bruce Lee, que obviamente não era interpretado pelo original.

Tanto o visual do protagonista interpretado pelo sumido Kurt McKninney quanto o do vilão de Van Damme posando de bad boy conseguem fazê-los parecer dois completos almofadinhas, mas o pior mesmo é que o garotão tem um amigo negro que o "ajuda" nos exercícios.

Numa cena constrangedoramente homoerótica McKinney está fazendo um tipo bizarro de abdominal: deitado de barriga pra cima ele procura erguer o "amigo" que está sentado bem em cima da sua cintura, esparramado com uma perna pra um lado e outra pro outro... e ainda por cima se deliciando com um singelo picolé. ¬¬


4 - Casablanca





Eu adoro Casablanca, é um dos maiores filmes de todos os tempos. Inegável. Todo mundo sabe. O que nem todo mundo percebe é a flagrante sugestão homossexual presente no longa metragem.

O cínico Ricky Blaine de Humphrey Bogart vive sua vidinha em Casablanca no Marrocos completamente a parte da perseguição das autoridades nazistas aos refugiados da região, já que conta com a colaboração do corrupto e afeminado Capitão Renault. Ricky é o dono do point mais badalado de Casablanca, um bar famoso pelo som do piano de seu  velho amigo Sam.

É quando aparece no lugar Ilsa, mulher de um importante líder da resistência, Victor Lazlo, e maior dor de cotovelo da vida de Ricky. Anos antes Ricky estava em Paris (com Sam) quando viveu um romance com Ilsa até que os alemães invadiram a França e Ilsa escafedeu-se, deixando Ricky sozinho (com Sam). Na verdade ela descobrira que seu marido, dado como morto, ainda estava vivo e eles fugiram juntos. Ricky então tornou-se amargo com as mulheres e fez fortuna em Casablanca (com Sam).

Agora Ilsa decidira ficar com Ricky, o que desperta ciúmes no Capitão Renault (é sério, isso não é insinuado e sim dito com todas as letras: "Ela falou tanto de você que fiquei com ciúme, Ricky."), mas precisava da ajuda dele para tirar Lazlo do alcance nazista. Corajosamamente (?) Ricky abre mão de sua grande paixão (?) embarcando Ilsa no mesmo avião do marido e decide passar a atuar a favor da Resistência ao lado do Capitão Renault. Este fica surpreso, ao que Ricky responde com a frase mais gay da história do Cinema: "Esse é o começo de uma bela amizade."

ELE TROCOU A INGRID BERGMAN PELO CLAUDE RAINS! ¬¬

Só tenho uma dúvida: ...Mas e o Sam, Ricky?


3 - 300


Leônidas (e seu tanquinho) se une a 300 guerreiros espartanos (e seus tanquinhos) para enfrentarem o gigantesco e bizarro exército do Imperador Xerxes, que era o Rodrigo Santoro numa versão computadorizada que o deixou parecido com o falecido comediante Jorge Lafond, a Vera Verão.

Muitas vezes confundido com filme de macho, 300 é na verdade o filme gay da década. Porra, 300 homens (e seus tanquinhos) são fiéis a Leônidas (e seu tanquinho) até a morte, mas a única mulher da história o trai com seu inimigo! Também é muito suspeito que o tal cara tenha preferências sexuais pela porta dos fundos.

Agora, estou pra ver cena mais gay que aquela onde Rodrigo... ou melhor, Vera... ou melhor, Xerxes... massageia as costas de Leônidas (e seu tanquinho) enquanto diz: "Não é só o meu chicote que eles temem."
...
Que será que ele quis dizer com isso?


2 - Top Gun - Ases Indomáveis


É verdade que foi o Quentin Tarantino quem levantou essa bola, mas não dá pra ficar indiferente aos seguintes fatos:
Todo mundo anda de toalha na base aérea;
Ice Man, o piloto veterano, não perde uma chance de passar a mão no seu rival (?), o novato Maverick;
Enquanto seminus, Maverick e Ice Man só falam de jatos, torpedos e demais objetos fálicos.

O filme de Tony Scott é tão gay que nem quando a Kelly Macgillis entra em cena como a instrutora que é disputada pelo Tom Cruise e o Val Kilmer aquilo fica menos homoerótico. O que são aqueles diálogos sobre quem voa na traseira de quem?

Aliás, o que é a cena dos pilotos jogando volei de praia com os corpos besuntados de óleo? ¬¬


1 - Batman Eternamente/Batman & Robin


"Esse é o Batman como eu vejo."
Com esta frase o diretor Joel Shumacher deu ao mundo um Batman com um uniforme com mamilos, um zíper na bunda e interpretado por Val Kilmer, que "adotava" um garotão vivido por Cris O'Donnel enquanto enfrentava os histéricos e afeminados vilões Duas Caras e Charada numa Gotham City repleta de estátuas de homens nús gigantes!?!?
E eu que reclamei da estátua do filme do Rocky...

Esse era Batman Eternamente. A Nicole Kidman tá lá só pro Batman dizer que não entende as mulheres. Por que será? No longa seguinte, Batman & Robin, o heróis enfrentavam as piadinhas infames do Sr. Frio e da Hera Venenosa com ajuda da Batgirl, num cenário ainda mais carnavalesco. Na cena de abertura eles ANDAM DE PATINS! E é impossível não enxergar uma briga de casal quando Batman e Robin brigam por ciúmes provocados pela Hera Venenosa.

Pra acabar de coroar essa alegoria GLS, quando perguntaram a George Clooney, o substituto de Val Kilmer no papel do Homem-Morcego, se ele algum dia interpretaria um personagem gay, Clooney não se fez de rogado:
"Eu já fiz um papel gay. Eu fiz o Batman."

14 comentários:

L disse...

Quero morrer seu amigo Corto! kkkk. Nem o John Wayne escapou do veneno. Isso sem contar que você não citou Ben-Hur, em que o personagem-título teria uma relacionamento homossexual com Messala. Mas como o Charlton Heston nunca interpretaria um homossexual, só o Stephen Boyd (Messala) sabia.

Conta ainda contra o leão o fato de ter sido "muso" inspirador de uma música do Caetano Veloso.

E já já seremos invadidos (ui!) pela "Liga Rosa". Parabéns campeão.

Corto Maltese disse...

Eu acho que aconteceu o mesmo com o John Wayne. O Howard Hawks deixa implícito uma homossexualidade no filme entre ele e o Montgomery Clift, mas não falou nada pro Duke.
Tanto que o Wayne reclamou qdo contrataram o Clift por ele ser gay.

Marcel Camp disse...

kkkkkkkkkkkkkkk... vc conseguiu complementar ainda mais aquele tópico meu tópico lá, Guilherme!!! Gostei! rs

Dá uma passada no meu Blog, quando puder!
www.vemaquinomeublog.blogspot.com

Vou deixar vc linkado lá!

Abraços,

Macgaren disse...

300 tem o Rodrigo Santoro..só por isso já deveria ter uma tarja rosa nele...

Joneor disse...

WOURHWUEHRWEUHREWUHRWE tem muita parada tensa mesmo.

Jonathan zZZzZZz Rodrigues disse...

HAAHHAHAHHAHAHAA


post sensacional!

Anônimo disse...

perdi 5 mim da minha vida.ahhaha sem graça.

Anônimo disse...

mais ae o 300 é foda demais !! não é nada gay não porra ! o melhor filme já feito

Anônimo disse...

Voce devia fazer um TOP MAX 13 Publicações mais idiotas de todos os tempos... com certeza a sua estaria entre as primeiras da lista. Ridiculo esse post... e me suou um tanto homofobico.. att, carol

Gabriela disse...

Que post ridículo!

Turma do Mendoin disse...

Poxa!! Sei que tem algumas coisas adotadas no mundo homosexual que tornaram se símbolos desse grupo, temos que entender isso como processo as vezes lento e demorado. Dizer que algo é gay porque é colorido não é nada correto. Alguns filmes são analisados de maneira muito anacrônica. Mas valeu!!!

marcelool ool disse...

Muito boa a lista e morrendo de rir com os comentários!

Carolina Scheiber disse...

Preciso desesperadamente ver o John "reaça" Wayne fazendo papel de gay. Me acabei de rir quando soube de Ben-Hur há um tempo atrás e tive que rever só pra rir da cara do Charlton "reaça" Heston. HAHAHAHAHAHA

Maurcio Perna disse...

Concordo e acrescento:

1. Casablanca: No início do filme, é insinuada uma relação homossexual entre o Rick Blaine e o Ugarte (o ladrão das cartas salvo-condutos). Mais adiante o Rick tem um contratempo com a Ilsa e comenta ("primeiro aquilo com Ugarte, e agora isso).

2. Senhor dos Anéis (hum). Mais homossexual ainda é a relação entre os outros dois Hobbits, amigos do Sam e do Frodo.

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